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O shell é executado no sistema controlado por variáveis de ambiente. As variáveis de ambiente ‘guardam’ informações tais como endereços de arquivos e diretórios, arquivos de configuração, etc. Estas variáveis podem ser locais ou globais. As locais são aquelas variáveis disponíveis somente pelo shell corrente e que não está sendo acessado por subprocessos do sistema; as variáveis globais são as que estão disponíveis tanto para o shell corrente como para os subprocessos que fazem uso delas. Exemplo de variáveis:

HOME – Esta variável identifica o diretório do usuário doméstico. Para saber qual é o seu diretório HOME use o comando “echo $HOME”;
PATH – Esta é a variável de ambiente que define quais diretórios a pesquisar e a ordem na qual eles são pesquisados para encontrar um determinado comando. Para saber seu valor use o comando “echo $PATH”.

Comandos úteis:

$ echo $HOME ; mostra qual é o diretório HOME do usuário corrente
$ echo $PATH : mostra como o sistema faz uma pesquisa para encontrar um determinado comando
$ printenv ; mostra as variáveis globais e seus valores
# http_proxy=”” ; atribui o valor vazio a variável http_proxy
# export http_proxy=http://10.0.0.15:3128 ; atribui o valor http://10.0.0.15:3128 a variável http_proxy e torna ela global
# unset http_proxy ; para deletar uma variável de ambiente

Para ver mais:
1- Trabalhando com shell e variáveis de ambiente
2- Usando variáveis de ambiente
3- Guia Foca – variáveis de ambiente

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Com o passar do tempo vão surgindo novas atualizações de kernel fazendo uma ocupação de espaço desnecessário no HD, bem como deixando os kernels antigos ociosos e sem propósito no computador. Além disso, quando da iniciação do computador, o GRUB apresenta uma incômoda longa lista de kernels passíveis de serem utilizados.

A remoção dos kernels antigos pode ser realizada de duas maneiras básicas: pela interface gráfica, utilizando-se do Synaptic (Sistema > Administração > Gerenciador de Pacotes Synaptic), ou por comandos através da interface texto.

Antes de mais nada, pode ser interessante listar todas as versões do kernel que estão instaladas. Para isto basta utilizar o comando:

$ dpkg --get-selections | grep linux-image

Observe que os kernels mais ANTIGOS têm números menores.


1- Método 1: utilizando-se do Synaptic

Com o gerenciador de pacotes Synaptic, basta buscar por Linux-Image e dexar só o mais recente.

2- Método 2: utilizando-se do terminal de comandos textual

Após identificado as versões do Linux-Image que devem ser removidas, deve-se usar repetidamente o comando abaixo para desinstalar do HD cada imagem do kernel:

# aptitude purge nome_do_pacote

OBS: se desejar não desinstalar, mas só retirar da lista de inicialização do Grub, edite o /boot/grub/menu.lst e remova as imagens que que não se deseja que apareça no boot.

Referências:


Como apagar um kernel no Ubuntu

Usando o console, normalmente tem-se na área dos usuários comuns o resultado do comando “ls” de forma colorida. Dessa forma fica mais fácil identificar visualmente os diversos tipos de arquivos, por exemplo, aqueles que são arquivos textos, arquivos executáveis, links simbólicos, etc.

No entanto, quando se faz a autenticação como administrador (diga-se, como superusuário) o resultado do comando “ls” é mostrado sem a diferenciação de cores citada.

Para deixar também o superusuário com esta facilidade, basta descomentar as seguintes linhas dentro do arquivo /root/.bashrc:


export LS_OPTIONS='--color=auto'
alias ls='ls $LS_OPTIONS'

Pronto, da próxima vez que o superusuário se autenticar ele já terá disponível a facilidade de cores para o comando “ls”.

As informações tratadas aqui neste post se referem diretamente ao GDM (GNOME Display Manager).  Como se sabe, existem outros display manager: LightDM, LDM, XDM, xlogin…..

O LightDM é o “display manager” padrão para o Ubuntu, Edubuntu, Xubuntu e Mythbuntu desde o release 11.10 e para o Lubuntu desde o release 12.04 release.  Para os “display manager” que não seja o GDM algumas configurações podem ser realizadas de forma um pouco diferente da mostrada neste post.

 

Vamos lá:

Quando iniciamos uma sessão gráfica no Debian aparece uma tela de login padrão. É possível modificar esta tela por uma outra de sua preferência. Diversos temas estão disponíveis para serem baixados e instalados (veja em http://art.gnome.org/). Para isto, basta seguir os procedimentos a seguir.

Passo-1: instale o gnome-art

# apt-get install gnome-art

OBS:pacote gnome-art está disponível no Debian 5 (Lenny). Mas não está disponível na versão 6 (Squeeze).

Passo-2: execute o gnome-art
Preferencias -> Art Manager

Passo-3: baixe as telas de login padrão através do gnome-art (arquivos tar.gz)
Para isto, utilize a opção Art -> Other Themes -> Login Manager

Passo-4: Abra o configurador de janela de início de sessão
Administração -> Janela de início de sessão

Passo-5: instale a nova tela de login de sua preferência
Use a aba ‘local’ e botão ‘adicionar’. Escolha o novo pacote de tema (arquivo tar.gz)

Instalar tema

Instalar tema

Na próxima vez que iniciar uma nova sessão verá as mudanças.

Para saber mais:

1- Como modificar o Login do Ubuntu (GDM)

Iceweasel é um redesenho do componente navegador Mozilla, similar ao Galeon, K-Meleon e Camino, mas escrito usando a linguagem de interface de usuário XUL e desenhado para ser leve e inter-plataforma.

É simples deixá-lo em lingua portuguesa (Brasil):

apt-get install iceweasel-l10n-pt-br

Veja mais detalhes em:
1- Pacotes Debian
2- Atualizar o iceweasel para a versão mais recente

Você está compilando um programa e, de repente, boom! Há um erro porque falta um arquivo .h que você não tem. O auto-apt pode te salvar de coisas assim. Ele pede para instalar os pacotes caso sejam necessários pausando o processo dependente e depois de instalado o pacote, continuando.

Primeiro instale o auto-apt:
#apt-get install auto-apt

Depois, o que você faz, basicamente, é executar:

# auto-apt run comando

Onde `comando’ é o comando a ser executado que pode vir a precisar de um arquivo qualquer. Por exemplo:

# auto-apt run ./configure

Ele irá então pedir para instalar os pacotes necessários e irá chamar o apt-get automaticamente. Caso você esteja no X, uma interface gráfica substituirá a interface de texto padrão.

O auto-apt mantém bancos de dados que devem ser atualizados para que ele tenha real eficácia, isso é feito chamando os comandos auto-apt update, auto-apt updatedb e auto-apt update-local.

Veja mais em:
Como usar o apt

Dois aplicativos muito uteis para isto. No Debian, use:

#apt-get install mii-tool
#apt-get install ethtool

As informações fornecidas são confiáveis pois elas vêm direto do kernel, oriundas da placa de rede. O mii-tool é o utilitário mais antigo, enquanto o ethtool é seu sucessor atualizado.

É possível também usar o mii-tool e o ethtool para forçar um determinado modo de operação.

No caso do mii-tool, use o parâmetro “-F”, seguido do padrão desejado, como em:

# mii-tool -F 100BaseTx-FD eth0
ou:
# mii-tool -F 100BaseTx-HD eth0

Para configurar a placa para entender 100Mbit/s para Full e Half Duplex, respectivamente:

#mii-tool -A 100BaseTx-FD eth0 ( 100 MB Full Duplex )
#mii-tool -A 100BaseTx-HD eth0 ( 100 MB Half Duplex )

Para forçar a placa para entrar no modo 10Mbit/s Full Duplex:

#mii-tool -F 10BaseT-FD eth0

No caso do ethtool a linha de comando é um pouco mais longa, contendo a interface, a velocidade desejada e o parâmetro “half” ou “full”. É necessário adicionar também o parâmetro “autoneg off”, que desativa a autonegociação, passando a usar a configuração definida por você, como em:

# ethtool -s eth0 speed 100 duplex full autoneg off
ou:
# ethtool -s eth0 speed 10 duplex half autoneg off

Mais informações? Veja em Guia do Hardware.