Posts com Tag ‘console’

1- Nautilus:
Este aplicativo vem configurado para abrir no conceito espacial (cada clique em um item da pasta abre uma janela). Vamos alterar para o modo navegador:
Editar >> preferências >> Comportamento : marque a caixa “Sempre abrir em janelas de navegador”. Se desejar, marque também “clique único para abrir ítens” (para mudar de clique duplo para único, trazendo a vantagem da agilidade).

2- Gnome-Terminal:
Para mudar o tamanho do terminal, proceda segundo um dos seguintes métodos:

  • Método 1 – já existindo um ícone de atalho no painel superior (ou no desktop) para o gnome-terminal, abra suas propriedades e defina sua chamada através da caixa “comando” como gnome-terminal –geometry=136×30 . O valor do tamanho pode ser o que te convier. O único problema desta forma é que ao usar outro atalho que não este, o terminal voltará a abrir no tamanho padrão.
  • Método 2 – a solução definitiva é editar o arquivo de configuração /usr/share/vte/termcap/xterm. Para isso digite alt+f2 (que abrirá a janela de executar comando), e digite gksu gedit /usr/share/vte/termcap/xterm . Quando a arquivo xterm abrir, procure pela linha :co#80:it#8:li#24: fazendo a alteração dos valores 80 e 24 para o tamanho que melhor lhe convier (o 80 é o tamanho horizontal e o 24 o vertical). Uma possibilidade seria :co#136:it#8:li#30: . Salve o arquivo e saia. Reinicie a interface gráfica. Ao abrir o terminal, observe que ele já estará no novo tamanho escolhido.

3- Administração de Usuários, opções de rede e outros
Para quem instalou o básico do Gnome, um pacote extra essencial é o gnome-system-tools:

#apt-get install gnome-system-tools

As ferramentas de sistema GNOME (“GNOME System Tools”) são um conjunto de ferramentas totalmente integradas para facilitar o trabalho que é administrar computadores nos sistemas UNIX ou Linux. Elas foram pensadas para ajudar desde o novo usuário Linux ou UNIX até os administradores de sistema.

Atualmente estas são as ferramentas para gerenciamento:
– Usuários e grupos
– Data e hora
– Opções de rede
– Serviços
– Compartilhamentos (NFS e Samba)

4- Wallpapers:
Normalmente as pessoas gostam de usar papéis de parede diferentes. Isso é muito fácil de alterar no gnome, bastando clicar com botão direito do mouse na área de trabalho (desktop) e escolher “alterar plano de fundo”. Depois usar a opção adicionar, e pronto. Mas e se deseja adicionar uma coleção grande de wallpapers? Para facilitar e ter todas elas disponíveis em um só lugar, coloque-as na pasta padrão do sistema /usr/share/pixmaps/backgrounds . Só é possível fazer isso como root e no terminal, ou usando o nautilus como root.

5- Java:
O OpenJava é instalado automaticamente quando de uma instalação padrão da interface Gnome no Debian. Para instalação do Sun-Java veja o post Como instalar Java (JRE) do Debian Lenny.

6- Iceweasel em português
Para deixar o navegador Iceweasel em portuguës, veja o post Iceweasel em língua portuguesa.

7- Instalando o flash no Iceweasel, Firefox ou Epiphany
Para deixar o flash funcionando corretamente nos seus navegadores, veja o post Instalando o flash no Iceweasel, Firefox ou Epiphany com Debian Lenny.

8- Gravar CD e DVDs
Instalar o k3b. Após instalá-lo, e se seu nome não aparecer listado no menu suspenso do Gnome (na opção “Aplicativos -> multimídia”), marque o aplicativo K3b através da opção Sistema -> preferência -> Menu Principal -> Multimídia para que o mesmo passe a figurar como opção no menu suspenso.

  • vym: mapa mental
  • kdissert: mapa mental
  • freemind: mapa mental
  • gimp: editor de imagem
  • gcolor2: seletor de cores muito simples e prático
  • terminator: um terminal de console com diversas funcionalidades poderosas

9- Editar arquivos pdf
Uma boa ferramenta é o Master PDF Editor. Mas atenção: não é um software livre, mas seu uso é livre para aplicações não comerciais. Está disponível para download as versões 32bits e 64bits, arquivos “.tar.gz”, “.deb” e “.rpm”.

10- Aplicativos e drivers para o áudio
Primeiro, certifique-se de que o repositório multimídia esteja presente em /etc/apt/sources.list, da seguinte forma (para Debian squeeze):
deb ftp://ftp.debian-multimedia.org squeeze main non-free

Agora fazer a instalação de:

# apt-get install gnusound xine-plugin gxineplugin mozilla-plugin-vlc sound-juicer
# apt-get install totem totem-plugins totem-mozilla totem-xine
# apt-get install w32codecs ;apenas para sistemas de 32 bits
# apt-get install w64codecs ;apenas para sistemas de 64 bits
# apt-get install libdvdcss2 lame mp3gain soundconverter sox libsox-fmt-mp3 faad xmms2-plugin-faad xmms2-plugin-mp4 faac flac gstreamer0.10-ffmpeg gstreamer0.10-plugins-bad gstreamer0.10-sdl gstreamer0.10-plugins-ugly gxine gxineplugin regionset x264 gstreamer0.10-x264 mp3gain mjpegtools mpeg2dec vorbis-tools id3v2 mpg321 mpg123 libflac++6 ffmpeg cdda2wav libjpeg-progs ffmpeg2theora libmpeg2-4 uudeview libmpeg3-1 mpeg3-utils mpegdemux liba52-0.7.4-dev

11- Abrir imagens em um console Linux
É um conceito equivocado de que a visualização de imagens só é possível com o X windows (o software que provê uma GUI para o Linux). O framebuffer Linux fornece um suporte gráfico substancial, juntamente com suporte para várias fontes e resoluções.

O aplicativo “Frame Buffer Image viewer” (fbi) exibe nativamente arquivos nos formatos jpeg, ppm, gif, tiff, xwd, bmp, png e webp diretamente no console do Linux, usando o dispositivo framebuffer (/dev/fb0). Se a suíte ImageMagick estiver instalada, fbi poderá usá-la para lidar com todos os outros formatos que sejam suportados pelo comando “convert” dessa suíte.
# apt-get install fbi

Para visualizar arquivos basta utilizar, por exemplo, o seguinte comando:
$ fbi -t 4 *.png

Veja mais:
1- Personalizar as cores do editor Gedit
2- Pequenos ajustes no debian
3- Papeis de parede Gnome Art
4- Papeis de parede Debian
5- Install Mplayer and Multimedia Codecs in Debian 5.0 (Lenny)
6- O básico para o Debian Lenny no desktop
7- Ubuntu Tocando Todos os Formatos
8- The Frame Buffer Device

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O editor “mcedit” é um link para o “mc” (midnight commander), o executável principal do GNU Midnight Commander. Executar o GNU Midnight Commander através deste nome faz iniciar o editor interno e abrir o arquivo especificado na linha de comando. Este editor pode editar arquivos até 64 megabytes, bem como editar arquivos binários.

A configuração padrão traz o tom azul como predominante. Mas isto pode ser alterado mudando os valores presentes no arquivo /usr/share/mc/skins/default.ini . Para alterar para uma predominância da cor verde, com cor da janela de edição sendo preta, altere as seguintes linhas:

[core]
_default_=lightgray;black

[menu]
_default_=white;green
menuhot=red;green

[buttonbar]
button=black;green

[statusbar]
_default_=black;green

[editor]
_default_=white;black
editlinestate=white;green
editbold=yellow;brightgreen

[popupmenu]
_default_=white;green
menusel=yellow;black
menutitle=yellow;cyan

Onde a ordem das cores designa: <fgcolor>,<bgcolor>

Referências:

Midnight Commander colors and themes

1. Baixar arquivos da internet
Fazer download para a pasta atual todos os arquivos “html” em “pasta_ftp/arquivos_importantes/” de um determinado sitio:
wget -rnd -A *.html http://sitioabc.com.br/pasta_ftp/arquivos_importantes/

2. Copiar/mover arquivos e diretórios dentro de um mesmo servidor
a) Copiar
No comando a seguir, copiar todos os arquivos e subdiretórios da pasta origem, fazendo a criação automática dos subdiretórios necessários no destino. Neste exemplo, é preservado o máximo possível a estrutura e atributos dos arquivos originais no processo de cópia. As ligações simbólicas são mantidas, não copiando os arquivos apontados.

$ cp -a pasta_origem/* pasta_destino/

b) Mover
Agora para mover todos os arquivos e subditórios, fazendo a criação automática dos subdiretórios necessários no destino e apagando a pasta da origem, observar o comando abaixo:

$ mv pasta_origem/ pasta_destino/.

Neste caso, a pasta origem (e todos os seus arquivos e subdiretórios) serão movidos para uma pasta do mesmo nome que será criada automaticamente dentro da pasta destino indicada.

3. Copiar arquivos e diretórios entre diferentes servidores
a) Cria na pasta corrente uma nova pasta com o mesmo nome da pasta inficada do servidor remoto, e copia para esta todo o conteúdo da pasta do servidor remoto, incluindo seus subdiretórios e arquivos.
$ scp -r usuario@IP-server:/caminho-para-pasta/ .

b) Copia para a pasta corrente do servidor local todos os arquivos encontrados na pasta indicada do servidor remoto, criando os subdiretórios existentes no servidor remoto e transferindo seus arquivos.
scp -r usuario@IP-server:/caminho-para-pasta/* .

4. Criar link simbólico
Para criar um link simbólico na pasta atual “minha_pasta” chamado “nome-s” apontando para o diretorio destino “/caminho-completo/diretorio_destino” , fazer:
minha_pasta$ ln -s /caminho-completo/diretorio_destino nome-s

5. Propriedades de arquivos e diretórios:
a) Fazer todos os diretórios terem modo 755
find . -type d -exec chmod 755 {} \;

b) Fazer todos os arquivos terem modo 644
find . -type f -exec chmod 644 {} \;

c) Copiar arquivos recursivamente, mantendo a sua propriedade
cp -Rpd endereco-pasta/arquivo .
// R: copia os directorios recursivamente
// p: preserva “mode”,”ownership” e “timestamps”
// d: não segue os links simbólicos

d) Mudar a propriedade dos arquivos e pastas recursivamente (incluindo as pastas internas)
chown -R jose:jose *

6. Compactar/Desempacotar arquivos
Instale os descompactadores e os utilize segundo o algoritmo que fora compactado o arquivo:
# apt-get install tar rar unrar unzip

Compactar:
a) tar -zcpf bind.tar bind/ --totals
// compacta todo diretorio e subdiretorios a partir da pasta bind/
// z: –gzip, –gunzip –ungzip
// c: criar um novo arquivo
// f: use archive file or device ARCHIVE
// p: preserve-permissions, extrair informação sobre as permissões dos arquivos (default para o superusuário)
// –totals: imprimir no console o total de bytes processados para o arquivo;
// (obs: por default, tar é recursivo)

Descompactar:
a) arquivos .tar:                       $ tar -xvpf nomedoarquivo.tar
// x: extract files from an archive
// v: verbose (detalhar)
b) arquivos .tar.gz:                   $ tar -vzxf nomedoarquivo.tar.gz
c) arquivos .bz2:                      $ bunzip nomedoarquivo.bz2
d) arquivos tar.bz2:                 $ tar -jxvf nomedoarquivo.tar.bz2
e) arquivos rar:                        $ unrar x nomedoarquivo.rar
f) arquivos gz:                          $ gunzip -d nomedoarquivo.gz

7. Comando find
O comando FIND é utilizado para procurar por arquivos na árvore de diretórios. Isto é, ele tenta localizar o que solicitamos dentro do local que indicamos e seus subdiretórios.
a) Comandos para informar
$ find /var/www/ -name php.ini -print       Procura os arquivos chamados php.ini a partir de /var/www/
$ find /var/ -user web1 -print          Procura por todos os arquivos pertencentes ao usuário web1 a partir da pasta /var
$ find /var/www/clients/client1/web1/ -iname “*.php” | wc -l            Quantidade de arquivos PHP existentes a partir da pasta web1
$ find . -iname “*.php” | wc -l          Quantidade de arquivos PHP existentes a partir da pasta atual
$ find / -group client1 -print              Procura os arquivos que pertençam ao grupo client1 em todo o sistema
$ find . -size +2048k -print                Procura arquivos maiores que 2MB (2048kb) a partir da pasta atual
$ find / -name ‘*.zip’ -print                Procura arquivos com a extensão .zip em todo o sistema
$ find . -maxdepth 4 -name standard             Procura arquivos (ou pastas) chamado standard até quatro níveis abaixo contados da pasta atual
$ find -help                                       Para help do comando

OBS: para buscar nome independentemente de letras maiúsculas ou minúsculas, substituir o comando -name por -iname.

b) Comandos para modificar nomes de arquivos e pastas
$ find . -maxdepth 1 -name "* *" | while read i; do novo=`echo $i | tr ' ' '_'`; mv "$i" $novo; done
Este comando renomeia todos os nomes de arquivos e diretorios que estejam na pasta atual, substituindo o “espaço” existente no seu por “_”.

8. Comando locate
O comando LOCATE pesquisa em uma base de dados de nomes de arquivos por nomes que satisfaçam um determinado padrão. Ou seja, é executado a busca a partir de uma base.
Primeiro instale o aplicativo:
# apt-get install locate

A partir de agora utilize livremente os seus comandos, procurando de tempos em tempos fazer a atualização da sua base dados (com o comando updatedb):
# updatedb                          Atualizar a base de dados
$ locate config.php               Procurar por arquivos chamados config.php na base de dados.

9. Grep Recursivo
Utilize uma das formas abaixo:

$ grep -rn --color departamento *
$ grep -rn --color -e departamento *
$ grep -rn --color --include="*.php" departamento .
$ grep -rn --color --include="*.php" departamento include/staff/
$ grep --color -E "palavra1|palavra2|palavra3" nome_arquivo

onde, respectivamente, temos:
a) procura a palavra “departamento” em todos os arquivos que estão no diretório atual e subdiretórios.
b) idem anterior.
c) procura a palavra “departamento” em todos os arquivos com extensão PHP que estão no diretório atual e subdiretórios.
d) procura a palavra “departamento” em todos os arquivos com extensão PHP que estão no subdiretório include/staff e em seus subdiretórios.
e) grep que procura várias palavras simultaneamente. No caso, procura palavra1, palavra2 e palavra3 no arquivo nome_arquivo

10. Limpar as memórias cache e de swap de disco
O uso destes recursos de memória podem ser facilmente visualizados através do comando “top”. Veja o exemplo abaixo de um recorte da resposta do servidor a este comando:

#top
Swap: 2987000k total, 16420k used, 2970580k free, 387640k cached

10.1 Limpar a memória cache
Algumas vezes acontece de um servidor que roda várias aplicações acumular muito espaço em memória cache, sem necessidades reais. Na verdade, estes aplicativos “esqueceram” de desalocar estes espaços de memória após o encerramento de seu processo. Essa alocação de memória de forma exagerada deve ser liberada manualmente. Para limpar a memória cache, utilize, por exemplo, o seguinte comando:
# echo 5 > /proc/sys/vm/drop_caches

Ao se utilizar novamente do comando “top” vemos abaixo o seguinte recorte da resposta a este comando:
Swap: 2987000k total, 16420k used, 2987000k free, 69732k cached

Ou seja, o uso da memória cache caiu para cerca de 18% do que vinha sendo utilizado. Ou seja, de 387640k para 69732k.

10.2 Limpar o swap de disco
a) Identifique a partição swap de seu disco:

# fdisk -l
/dev/sda5 30030 30402 2987008 82 Linux swap / Solaris

A partição swap está indicada com a palavra “swap”.

b) Desmonte e monte novamente a partição swap
# swapoff /dev/sda5
# swapon /dev/sda5

Novamente com o comando “top” vemos abaixo um novo recorte da resposta do servidor:
Swap: 2987000k total, 0k used, 2987000k free, 69732k cached

Agora vemos que temos 0k de memória de swap de disco utilizado.

11. Comandos para visualização das tarefas em execução pelo Linux
Muito úteis para identificar, por exemplo, qual o aplicativo que está consumindo todo o processador/memória:
$ top
$ htop

12. Verificar a versão do Debian instalado
$ cat /etc/debian_version
6.0.6

13. Verificar pacotes instalados
Para o caso do Postgis:
a) Forma 1:
$ apt-cache policy postgis

postgis:
Instalado: 1.5.1-5
Candidato: 1.5.1-5
Tabela de versão:
*** 1.5.1-5 0
500 http://ftp.br.debian.org/debian/ squeeze/main i386 Packages
100 /var/lib/dpkg/status

b) Forma 2:
$ dpkg -l | grep postgis


ii postgis 1.5.1-5 geographic objects support for PostgreSQL -- common files
ii postgresql-8.4-postgis 1.5.1-5 geographic objects support for PostgreSQL 8.4

OBS: a presença do “ii” no início da linha é a indicação de que o pacote está instalado.

14. Comandos ls
a) Comando ls colorido
Usando o console, normalmente tem-se na área dos usuários comuns o resultado do comando “ls” de forma colorida. Dessa forma fica mais fácil identificar visualmente os diversos tipos de arquivos, por exemplo, aqueles que são arquivos textos, arquivos executáveis, links simbólicos, etc.

No entanto, quando se faz a autenticação como administrador (diga-se, como superusuário) o resultado do comando “ls” é mostrado sem a diferenciação de cores citada.

Para deixar também o superusuário com esta facilidade, basta descomentar as seguintes linhas dentro do arquivo /root/.bashrc:


export LS_OPTIONS='--color=auto'
alias ls='ls $LS_OPTIONS'

Pronto, da próxima vez que o superusuário se autenticar ele já terá disponível a facilidade de cores para o comando “ls”.

b) Quantidade de entradas em um diretório


$ ls | wc -l
$ ls pasta/ | wc -l

Obs: apresentará a quantidade de entradas (pastas + arquivos)

15. Alterando o editor de textos padrão

# update-alternatives --config editor

Existem 3 escolhas para a alternativa editor (disponibiliza /usr/bin/editor).
  Selecção   Caminho             Prioridade Estado
------------------------------------------------------------
* 0            /usr/bin/vim.basic   30        modo automático
  1            /bin/ed             -100       modo manual
  2            /usr/bin/mcedit      25        modo manual
  3            /usr/bin/vim.basic   30        modo manual
Pressione enter para manter a escolha actual[*], ou digite o número da selecção:

Este comando “update-alternatives” cria, remove, mantém e exibe informações sobre os links simbólicos que compõem o sistema de alternativas do Debian. Isto possibilita que vários programas que se destinam a realizar as mesmas funções ou funções semelhantes possam ser instalados em uma mesma máquina ao mesmo tempo. Por exemplo, pode existir vários editores de texto instalado ao mesmo tempo em um sistema, possibilitando a cada usuário utilizar um editor diferente.

O comando altera a entrada “editor” em /etc/alternatives/, que, para o caso de se escolher a opção “mcedit”, ficará da seguinte forma:
lrwxrwxrwx 1 root root 15 Fev 3 15:26 editor -> /usr/bin/mcedit

Este processo de mudança ficará registrada em log no arquivo /var/log/alternatives.log da seguinte forma:
2013-02-03 15:03:07 update-alternatives: link group editor updated to point to /usr/bin/mcedit

16. Localização de um comando ou arquivo executável
a) Método 1: através de “which”
“which”retorna os caminhos dos arquivos (ou links) que seriam executadas no ambiente atual. Ele faz isso através de pesquisa o caminho para arquivos executáveis ​​correspondentes aos nomes dos argumentos. “which” não segue links simbólicos.

Exemplos:
$ which ifconfig

/sbin/ifconfig

$ which php5 ifconfig

/usr/bin/php5

Método 2: através do comando interno “type”
No bash, os comandos podem ser: internos (built-in) ou externos.
i) Comandos internos:
São aqueles que estão localizados dentro do interpretador de comandos (normalmente o Bash), sendo carregados na memória RAM do computador junto com o interpretador de comandos quando o sistema operacional é iniciado. Quando executa um comando, o interpretador de comandos verifica primeiro se ele é um comando interno, e, caso não seja, é verificado se é um comando externo. Exemplos de comandos internos: cd, type, exit, echo, kill, fg, source, help.

ii) Comandos externos:
São aqueles que estão localizados no disco. Os comandos são procurados no disco usando a definição do PATH (PATH é o caminho de procura dos arquivos/comandos executaveis. Exemplos: /bin e /sbin) e executados assim que encontrados. São exemplos de comandos extermos: rm, mkdir, rmdir e cp.

type : sem opção, informa como cada nome seria interpretado se usado através de um comando.
type -a : com opção “-a”, informa todos os locais que contém o executável citado, incluindo aliases e funções.
exemplos:
$ type ab php5 ls locate which id

ab is /usr/bin/ab
php5 is /usr/bin/php5
ls is aliased to `ls –color=auto’
locate is /usr/bin/locate
which is /usr/bin/which
id is hashed (/usr/bin/id)

$ type -a ab php5 ls locate which id

ab is /usr/bin/ab
php5 is /usr/bin/php5
ls is aliased to `ls –color=auto’
ls is /bin/ls
locate is /usr/bin/locate
which is /usr/bin/which
id is /usr/bin/id

17. Imprimir as últimas linhas de um arquivo
$ tail
$ tail -f
$ tail -n 15
Que significa, na ordem mostrada acima:
1- mostrar as últimas 10 linhas;
2- mostrar as últimas linhas a medida que são “apendadas” ao arquivo.
3- mostrar as últimas 15 linhas.

OBS: veja também multitail (http://www.vanheusden.com/multitail/examples.php) – apt-get install multitail

18.Gerenciadores de Arquivos para Gnome e Xfce

18.1 Se desejar ter um painel extra na mesma janela
A maneira mais prática é com o gerenciador de arquivos “Nautilus”. Claro, há necessidade do gerenciador gráfico Gnome ou Xfce instalado.

18.2 Se desejar renomear arquivos em lote
A maneira mais prática é com o gerenciador de arquivos “Thunar”. Novamente, há necessidade do gerenciador gráfico Gnome ou Xfce instalado.
As etapas são as seguintes:
i. Marcar os arquivos a serem renomeados;
ii. Usar o menu Editar -> Renomear
Agora é só montar a regra necessária. Ao usar o botão “Renomear Arquivos” todos os arquivos serão renomeados segundo a regra estipulada.

19. Limpar a histórico de comandos
$ history -c && history -w
O primeiro comando limpa o histórico, e o segundo esvazia imediatamente o arquivo de histórico. Isto vale unicamente para o usuário em que se fez o login.
OBS: o arquivo de histórico é guardado no arquivo “.bash_history”.

20. Múltiplas conexões com SSH
Vide o post na lista Dicas-L Múltiplas conexões com SSH.

Tutorial editor vi

Publicado: 30/09/2011 em Linux, Programação
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O editor “vi”, sigla para “Visual Interface”, fora criado no começo da década de 80, e ainda é nos dias atuais um dos editores de textos mais utilizados no mundo Unix.  O vi possui vários modos, ou seja, estados em que ele se encontra. São eles: modo de inserção, comandos, linha de comando, visual, busca e reposição. Abordaremos os dois principais, o de inserção e de comandos.

1) Para executar o vi:
– ao executar o vim, ele inicia diretamente em modo de comando.
$ vi => Abre o vi vazio, sem nenhum arquivo e exibe a tela de apresentação.
$ vi arquivo => Abre o arquivo de nome “arquivo”.
$ vi arquivo + => Abre o arquivo de nome “arquivo”, com o cursor no final do mesmo.
$ vi arquivo +5 => Abre o arquivo de nome “arquivo”, com o cursor no início da linha 5.
$ vi arquivo +/squeeze => Abre o arquivo de nome “arquivo”, com o cursor no início da primeira linha que ocorre a palavra “squeeze”.

2) Para ter o help:
tecle <F1>

3) Inserindo texto:
– para começar a escrever, estando em modo de comando, pressione “i” em seu teclado. O vi entra em modo de inserção. Edite normalmente.
A => Insere o texto no fim da linha onde se encontra o cursor
o => Adiciona uma linha vazia abaixo da linha corrente, e entra no modo de inserção.
O => Adiciona uma linha vazia acima da linha corrente, e entra no modo de inserção.

4) Salvando o arquivo editado e saindo do vi:
– primeiro saia do modo de inserção através da tecla <ESC>, e use um dos seguintes comandos:
:w => Salva o arquivo que está sendo editado no momento (mas não sai do vi);
:q => Sai sem salvar.
:wq => Salva e sai.
: x => Salva e sai.
ZZ => Idem.
:w! => Salva forçado.
:q! => Sai forçado, mas não salva.
:wq! => Salva e sai forçado.

5) Apagando o texto
– <Delete> apagar caracteres da linha atual do cursor
– <x>  apagar o caractere onde o cursor estiver
– <dw> remover até o final de uma palavra
– <D>  apagar a linha a partir da posição do cursor até seu final
– <dd> remover a linha atual do cursor

6) Copiar e Colar
– <yy>  copiar a linha onde o cursor se encontra
– <5yy> copiar as próximas 5 linhas a partir da posição atual do cursor
– <p>   colar o que foi copiado na linha abaixo do cursor atual
– para inserir um texto da área de transferência externa ao “vi”, entrar no modo inserção e executar <ctrl><shift><v>
7) Desfazendo ações:
– <u>, para desfazer o último comando
– <ctrl><u>, para desfazer sucessivamente os últimos comandos

8 ) Subcomandos para movimentação pelo texto:

H => Move o cursor para a primeira linha da tela.
M => Move o cursor para o meio da tela.
L => Move o cursor para a última linha da tela.
w => Move o cursor para o início da próxima palavra (não ignorando a pontuação).
W => Move o cursor para o início da próxima palavra (ignorando a pontuação).
b => Move o cursor para o início da palavra anterior (não ignorando a pontuação).
B => Move o cursor para o início da palavra anterior (ignorando a pontuação).
0 (zero) => Move o cursor para o início da linha corrente.
$ => Move o cursor para o fim da linha corrente.
G => Move o cursor para a última linha do arquivo.
Ctrl + f => Passa para a tela seguinte.
Ctrl + b => Passa para a tela anterior.

Links:
Editor vi

Durante a iniciação (boot) do linux, pode-se definir a fonte dos caracteres do console e o mapa do teclado. O default para o tamanho da fonte do console é 16, mas outros valores são possíveis. Isso é realizado através do conjunto de ferramentas “Linux Console Tools” (LCT).

O LCT é um conjunto de ferramentas que permite um usuário Linux definir o comportamento de seu console de texto, fontes de tela e mapas de teclado usados pelo sistema (não está incluido nestas ferramentas definir as características da interface gráfica X11). As fontes disponí­veis no sistema estão localizadas em /usr/share/consolefonts e os arquivos de mapa de teclados estão localizados na pasta /usr/share/keymaps/.

No meu caso, tive a necessidade de definir fonte menor. O tamanho 16 ocupava muito espaço na tela deixando-a com poucas linhas. Gostaria de ter a tela do computador comportando mais linhas. Assim, passei a utilizar a fonte 10, da seguinte maneira:

editei o arquivo /etc/console-tools/config, alterando as últimas linhas deste arquivo do fonte 16 para o fonte 10:

SCREEN_FONT=lat1-10
SCREEN_FONT_vc2=lat1-10
SCREEN_FONT_vc3=lat1-10
SCREEN_FONT_vc4=lat1-10
SCREEN_FONT_vc5=lat1-10
SCREEN_FONT_vc6=lat1-10

Com esta fonte de altura 10 escolhida, obtemos 40 linhas em um monitor VGA de 17″ (ou 48 linhas em um monitor VGA de 19″).

É isto.

Veja mais:
1- The Linux Console Tools
2- Setting text mode in the console

Usando o console, normalmente tem-se na área dos usuários comuns o resultado do comando “ls” de forma colorida. Dessa forma fica mais fácil identificar visualmente os diversos tipos de arquivos, por exemplo, aqueles que são arquivos textos, arquivos executáveis, links simbólicos, etc.

No entanto, quando se faz a autenticação como administrador (diga-se, como superusuário) o resultado do comando “ls” é mostrado sem a diferenciação de cores citada.

Para deixar também o superusuário com esta facilidade, basta descomentar as seguintes linhas dentro do arquivo /root/.bashrc:


export LS_OPTIONS='--color=auto'
alias ls='ls $LS_OPTIONS'

Pronto, da próxima vez que o superusuário se autenticar ele já terá disponível a facilidade de cores para o comando “ls”.

Desejava criar no Desktop um lançador que abrisse o gnome-terminal e, de forma automática, este iniciasse a chamada e execução do aplicativo ‘wvdial’.

Para isto, bastou:
1- Criar o lançador no Desktop.
2- Editar suas propriedades, abrindo a aba ‘Lançador’:
2.1- Inserir no campo ‘comando’: gnome-terminal –geometry=80X10 -t Modem-3G-Claro -x sh -c wvdial
3- Fechar a edição das propriedades do lançador.

Pronto. Ao dar um clique duplo no ícone do lançador que está no desktop, o terminal será aberto e imediatamente o wvdial iniciará a sua execução.